O que vivemos na atualidade são pais que necessitam trabalhar para manter o sustento do lar,e com isso levam uma jornada de trabalho que ocupa maior parte do seu dia,não sobrando tempo para educar e acompanhar o desenvolvimento de seus filhos,muito menos para a educação,deixando para a escola o dever de educar, o que é impossível pois a escolha somente complementa e educação de casa.
Nogueira (1998) explica que a
participação dos pais na vida escolar dos seus filhos, pode influenciar, de modo
efetivo, o desenvolvimento escolar dos filhos.
Pode-se dizer que a escola é um prolongamento do lar, onde o aluno se
socializa com os outros e partilha o seu dia-a-dia. Assim, a colaboração e
interação dos pais com os professores ajuda a resolver muitos dos problemas
escolares, dos seus educandos, que vão surgindo ao longo do seu percurso escolar.
"Hoje, a punição é cada vez mais rara, tanto na escola como em casa."
Os pais têm larga parcela de culpa no que diz respeito à indisciplina dentro da classe. É uma situação cada vez mais comum: eles trabalham muito e têm menos tempo para dedicar à educação das crianças. Sentindo-se culpados pela omissão, evitam dizer não aos filhos e esperam que a escola assuma a função que deveria ser deles: a de passar para a criança os valores éticos e de comportamento básicos, diz a pedagoga carioca Tania Zagury, autora do livro Escola sem Conflito: Parceria com os Pais.(Veja, Edição 1904 . 11 de maio de 2005)
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Uma das queixas mais constantes dos professores que estão afastados é a violência dentro das salas de aula,a brutalidade com que seus alunos os tratam,alguns chegam até a agredir seus professores física e moralmente ou apenas ameaçam.
Tudo isso dá-se graças a permissividade dos pais que além de não saberem falar não, não conseguem identificar comportamentos de agressividade em seus filhos.
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